POR: FÁBIO CÂMARA

Finda hoje, 02 de abril de 2022, um “governo que sequer começou! Em mais de sete anos ocupando a cadeira número 1 do Palácio dos Leões, Flávio Dino frustra esperanças, descumpre promessas, afunda o Maranhão e só pode reivindicar enquanto “legado” mais do mesmo, a saber: “Pão e circo”.

Não se trata de negar o valor e a importância de restaurantes populares!

Longe disso! Entretanto, a prometida redenção do Maranhão da rabeira dos estados mais pobres do Brasil, além de não se cumprir, tornou-se um objetivo mais distante ainda segundo dados da ONU – .

O desemprego campeia e o Estado do Maranhão é, sob a falta de gestão de Dino, Brandão e CIA, o último estado brasileiro no ranking da competitividade nacional segundo o Centro de Liderança Pública (CLP), entidade que mede a capacidade e a força de atração de investimentos dos estados.

Isso comprova que os “projetos” verificados por aqui em quase uma década de desgoverno foram tão somente eleitoreiros e pessoais!

De resto, o que se avizinha é a extensão do que já foi ruim fazendo até as urnas algo fadado a ser ainda um pouquinho pior! Brandão governando interinamente terá que se virar nos trinta enquanto se dividira em 4: Gestor, candidato, Juiz de crise e cabo eleitoral daquele que seguirá manipulando as cordas por detrás das cortina ou acima do tablado.
Quanto às chances de Brandão fazer em 7 meses o que Dino não fez em 7 anos: ZERO!

Mesma nota e número de votos que o povo maranhense deveria atribuir ao pretenso candidato ao senado e ao Senhor Carlos Brandão cujo cartão de apresentação como governador já é a vergonhosa transformação do nosso Estado num lamentável “Show do Milhão”, o circo que complementa o velho mesmo pão de sempre!

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