Por: Fábio Câmara

A partir de março de 2022, Carlos Brandão se tornará governador do Estado do Maranhão e estará, por 8 ou 9 meses, administrando o poder executivo estadual dividido entre dois pratos da mesma balança, a saber: o prato do gestor e o prato do candidato. FATO: Crer ou esperar equilíbrio nessa balança é irrazoável! Mas, esse nosso breve comentário não é para afirmar que Brandão tende a ser mais candidato do que gestor depois de empossado! Não!

Essa é uma obviedade! O que quero afirmar aqui é, apenas e tão somente, que essa dicotomia tem tudo para ser mortal!
Todo o secretariado de Dino tem, quando muito, 5 nomes com algum destaque e relevância administrativa cujos nomes os maranhenses citariam mais facilmente: Márcio Jerry, Carlos Lula, Felipe Camarão, Simplício Araújo e Jefferson Portela!

As dezenas dos restantes são ilustres desconhecidos de nomes e de atos cuja envergadura lhes permita serem lembrados! Brandão, o gestor, perderá todos esses 5 gestores e ainda terá que carregar a 2 ou 3 deles na cacunda, fungando como candidatos!

Brandão que esboçou estratégia e autonomia política indo para o PSDB, agora vai se filiar no PSB de Dino e assim nega tanto a estratégia quanto a autonomia.

E só para não me delongar mais, cabe o registro de que Brandão “já ganhou!” Só não vai levar! E esse trocadilho se provará tão verdadeiro quanto infame a partir do momento que “a caneta cair de bico no chão” e falhar na escrita e desde logo em março, quando já de faixa e de paletó, ouvir em alto e bom som as vozes das ruas constrangendo aos leões tornados gatinhos, brandos, brandinhos, Brandão!

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