O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira 21, que irá realizar uma reforma ministerial na próxima segunda-feira 26. Em entrevista à Jovem Pan News Itapetininga, Bolsonaro informou que, após a sua alta do hospital Vila Nova Star, está focado em realizar “pequenas” mudanças no comando das pastas.

“Estamos trabalhando, inclusive, uma pequena mudança ministerial, que deve ocorrer na segunda-feira, para ser mais preciso, para a gente continuar aqui administrando o Brasil”, anunciou o presidente durante entrevista.

Bolsonaro ainda voltou a defender que todo o seu governo foi formado por critérios técnicos, sem indicações por parte de partidos. Segundo ele, apenas três nomes vieram da política. “A indicação política foi da bancada ruralista, por exemplo, que indicou a Tereza Cristina, um excelente nome”, exemplificou o presidente.

De acordo com ele, a indicação do ex-deputado Onyx Lorenzoni, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, está “em sua conta”. O chefe do Executivo citou também o nome do Marcelo Álvaro Antônio, que assumiu a cadeira de ministro do Turismo entre 2019 e 2020, mas atualmente voltou ao posto de deputado federal. “Basicamente essas foram as indicações políticas, entre aspas.

O restante foram todos critérios técnicos”, argumentou. Durante a entrevista, Bolsonaro, no entanto, não detalhou quais são as mudanças programadas para a reforma ministerial.

Segundo apurou a reportagem com integrantes do Palácio do Planalto, a dança de cadeiras irá envolver a Casa Civil e a Secretaria-Geral da Presidência da República, além da recriação de uma pasta que, no passado, era o Ministério do Trabalho. Presidente nacional do Progressistas (PP) e um dos principais aliados de Bolsonaro no Congresso, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) deve ficar com a Casa Civil, posto que hoje é ocupado por Luiz Eduardo Ramos.

Em razão disso, o general da reserva será deslocado para a Secretaria-Geral. Onyx Lorenzoni, por sua vez, ficará com um novo ministério, que será criado a partir de um desmembramento do Ministério da Economia, hoje comandado por Paulo Guedes.

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